BULLYING





O bullying sofrido durante a infância e a adolescência pode deixar marcas até a vida adulta.


Esta situação cria marcas por muito tempo na vida adulta e agrava problemas ligados a saúde, classe social e relacionamentos, tanto nos que praticam o bullying como naqueles que sofreram o bullying. Como problemas de saúde, dificuldades sociais, consumo de substâncias, ansiedade, depressão, mau desempenho escolar e baixa estima.

Quando cresce a criança aprende a lidar com os problemas de relacionamentos ou as praticas de bullying. Porém, estudos mostram que sofrer bullying precocemente  e de forma contínua faz com que, ao longo do tempo, a criança deixe de enfrentar a situação. É como se aceitasse ser vitimizada. Ficando apática ao que acontece ao seu entorno. Toda criança convive com situações desafiadoras, como exposição a críticas, mas o problema é quando isso extrapola. As consequências a longo prazo podem ser tanto dificuldades escolares quanto impacto nas relações interpessoais, como famílias, amigos, trabalho e casamento, na fase adulta.

As consequências a longo prazo podem ser tanto dificuldades acadêmicas quanto impacto nas relações interpessoais, como famílias, amigos, trabalho e casamento.

Para superar o problema é importante abrir a mente em um processo de autoconhecimento por meio da Psicologia ou de um processo de Coaching, mudando os padrões internalizados, para desfazer a imagem negativa que foi criada com o bullying. Portanto, para começar a superar o bullying é preciso ressignificar os acontecimentos e compreender que na verdade quem era fraco não era quem sofreu o bullying, mas sim a pessoa que provocou, pois é ela que não consegue lidar com suas frustrações e preconceitos, compreender e respeitar o outro e, por isso, ataca e ofende deliberadamente para sentir-se melhor. Ressignificar, perdoar, nomear os sentimentos são chaves para a superação.

Texto fornecido por Isabela Cotian.

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